HOMENAGENS PÓSTUMAS DA AQC
É sempre uma tristeza receber notícias de falecimento. Mesmo que não tenhamos contato direto com as pessoas, só o fato de conhecer um pouco do trabalho delas, nos torna mais próximos. É assim que divulgamos estas notícias. Se não bastasse o falecimento dos professores Cagnin e Elídio dos Santos, temos agora mais quatro falecimentos: O líder sul-africano Nelson Mandela (ou Madiba), os Mestres do Quadrinho Nacional Dag Lemos e Canini, e o jovem Amâncio, chargista potiguar. Enviamos nossas condolências as famílias e amigos. E gostaríamos de deixar claro que a maravilhosa arte (seja política ou quadrinhística) com as quais fomos brindados, nunca será esquecida. Valeu!
ADEUS A MANDELA
Charges-homenagens de Eder Santos e Fernandes.
“Bira, não nos conhecemos mas possuímos apreço por uma mesma pessoa, o mestre Dag Lemos. Fui aluno do mestre e amigo por 16 anos e tive o privilégio de ser chamado e tratado como “filho” por ele sempre que me via. É com muito pesar que entro em contato para divulgar a informação de que o “mundo dos quadrinhos” perdeu um de seus mestres. Dag Lemos faleceu dia 04/12/13 por volta das 20:00 h após meses de luta contra o câncer.
Tive a oportunidade de acompanhar seus passos nos últimos 2 meses e pude comprovar sua luta e fé de que tudo voltaria a ser como antes, ou seja, melhorar para poder desenhar todos os dias como ele sempre dizia que um verdadeiro desenhista deve fazer! Perdoe-me o contato, assim desta forma, mas como aluno e amigo do mestre me senti na obrigação de informa-lo. Infelizmente não tenho o contato de mais pessoas ligadas a ele no ramo dos quadrinhos e também peço desculpas pela informação tardia (caso não possuía conhecimento).
Certo de seu entendimento. Um abraço. Eduardo Franzoi”
MORRE RENATO CANINI (SITE DO FIQ-BH)
Página realizada por Bira Dantas e Fernando Ventura.
http://www.fiqbh.com.br/15-morre-renato-canini-homenageado-do-fiq-de-2009/ “Faleceu dia 30 de outubro, aos 77 anos, o quadrinista e cartunista Renato Canini. Ele está, sem dúvidas, entre os grandes nomes que já passaram pelo FIQ. Em 2009, foi o quadrinista homenageado pelo evento. Não é à toa que o Festival Internacional de Quadrinhos considera que o Brasil perdeu um de seus principais artistas. Tivemos a sorte de tê-lo no FIQ de 2009, quando ele criou a identidade visual daquela edição. O desenho faz referência à França, país homenageado da vez.
Durante anos, o gaúcho foi o responsável pela ilustração do Zé Carioca, o papagaio marrento que faz sucesso desde a metade do século passado. Canini, iniciou sua carreira em 1967, fazendo ilustrações para revistas infantis. Além de ter passado pela Disney, também trabalhou em revistas como Recreio, Pasquim e Pancada.
Também criou personagens próprios. Um deles é o caubói Kactus Kid, que serviu de base, em 2007, para o troféu do HQMix – principal premiação de quadrinhos do país.No ano passado, Canini lançou o livro Pago pra ver, coletânea de cartuns, desenhos e ilustrações tendo como tema o pampa e o gaúcho.
Curiosidade: essa é uma imagem inédita. Trata-se de outra ideia para a identidade visual do FIQ 2009, mas acabou não sendo usada Canini era simpático, querido e nunca escondia o frequente sorriso que levava no rosto. Deixamos aqui um grande beijo para Maria de Lourdes, sua esposa. Ela o acompanhou durante o FIQ de 2009 e nos encantou com sua delicadeza e educação.”
MORREU O CHARGISTA AMÂNCIO
http://tribunadonorte.com.br/noticia/morre-chargista-antonio-amancio/266851
‘O chargista Antônio Amâncio, d’O Jornal de Hoje, faleceu às 10h45 desta segunda-feira (18), aos 40 anos. Amâncio estava internado no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, onde foi levado após acidente automobilístico sofrido na tarde quinta-feira (14), na BR-406, no distrito de Baixa do Meio, entre os municípios de Jandaíra e Porto do Mangue. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o acidente com Amâncio teria ocorrido quando o carro dirigido pelo chargista invadiu a faixa contrária da BR-406 no km 31, no distrito da Baixa do Meio, quando colidiu com outro veículo. Três pessoas passageiras do outro veículo também ficaram gravemente feridas. Todos os envolvidos foram levados ao Hospital Walfredo Gurgel. Ainda não há a confirmação sobre o estado de saúde dos demais envolvidos.
Após o acidente, a expectativa era que Amâncio fosse transferido para o Hospital da Unimed na tarde do sábado (16), após passar por duas cirurgias, uma na perna e outra na coluna, em decorrência da colisão. Através do Facebook, amigos de familiares relatavam que o quadro de saúde de Amâncio havia melhorado e que ele estava se comunicando. Porém, o chargista não teve evolução e permaneceu internado no Walfredo Gurgel até a manhã de hoje, quando faleceu. Segundo o médico Sebastião Paulino, responsável pela UTI do hospital no momento do óbito, o estado de Amâncio era “gravíssimo” desde o domingo. “O estado dele era gravíssimo, com risco de morte iminente. Hoje, quando cheguei, o encontrei em um estado de gravidade muito mais intenso que ontem”, disse.
O médico acrescentou ainda que o chargista era um paciente politraumático com múltiplas lesões. “Vítima de uma colisão frontal, ele tinha múltiplas lesões: contusões pulmonar e cerebral, fraturas expostas. Diversos traumas”, disse, explicando ainda que o Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) que dará a causa da morte após a necrópsia. Natural de Macau, Antônio Amâncio de Oliveira Filho já publicou charges nas revistas Veja, Caros Amigos, Revista da Semana, O Pasquim 21 e veículos da imprensa potiguar. O chargista foi premiado em vários salões de humor do Brasil, como Paraguaçu Paulista (2005) e Ribeirão Preto (2009), além de menções honrosas no Salão Internacional de Humor de Caratinga, em Minas Gerais (2004/2009) e citações em exposições de cartuns na Turquia, Portugal, Itália e Grécia.
Lamento
Durante a carreira, Amâncio acumulou experiência em alguns dos maiores jornais do Rio Grande do Norte. Companheiros de profissão e ex-colegas de redação lamentaram a morte do chargista.
“É uma notícia bem triste. Amâncio era um artista com um olhar atento para questões atuais e importantes nos dias atuais, como as minorias e as ameaças ao meio ambiente. As charges dele, muitas vezes, não tinha motivos locais e podiam ser entendidas de forma bem mais ampla. Isso o levou a ser premiado em vários salões de humor nacionais e ter seus trabalhos incluídos em coletâneas internacionais. É uma perda lamentável”, disse o diretor de Redação da Tribuna do Norte, Carlos Peixoto.
“Estive fora do ar uma semana (viajando a trabalho) e quando retorno à realidade sou surpreendido com essa triste notícia. Mais um talentoso companheiro de traço que parte de uma forma tão absurda. O Rio Grande do Norte perde mais um grande chargista. Ficamos um pouco mais tristes”, disse Rodrigo Brum, chargista da Tribuna do Norte.
Amigo e uma espécie de “tutor” de Amâncio, o chargista Ivan Cabral, do Novo Jornal, também lamentou a morte do companheiro de profissão. “Eu conheci Amâncio quando eu dava algumas oficinas de charge e ele estava começando. Desde então, estávamos sempre em contato, ele me mostrava os trabalhos, sempre trocamos muitas figurinhas. Ele era um cara que tinha humor muito aflorado, muito bacana”, lamentou Ivan Cabral.’
1º GibiFest
-
Mostra de HQ (páginas de HQs do Grupo Quadrante Sul e convidados);
-
Feira de Fanzines (venda de publicações independentes – Anderson Ferreira);
-
Exposições: posters, livros, toy-art e outros objetos de colecionadores;
Cama de Pregos
Obra de Bira Dantas está na Av. Ataliba Leonel, 2292 (zona Norte) na pracinha ao lado da banca do Ducca. Segundo o cartunista:
“Estou impressionado com a repercussão do Projeto #monicaparadeVárias pessoas com as quais conversei no último domingo, na Parada Inglesa disseram que passaram por várias partes de Sampa, visitando as Mônicas e fotografando. Vi muita alegria nas pessoas, elas estavam impressionadas com a iniciativa. Foi bacana porque contei como pensei na “minha” Mônica, na homenagem a cerca de 80 personagens de Quadrinhos Brasileiros em quase 150 anos de história… Eles curtiram saber, mas estavam indignados com os atos de vandalismo. Bem, vcs já tinham nos preparado, faz parte… O principal é o prazer de fazer parte desse projeto que acabou mobilizando a cidade em torno dos… 50 anos da “baixinha, dentuça de vestido vermelho” mais famosa do Brasil. Depois da presidenta Dilma, claro (rs)!”
“A cinquentona “baixinha, dentuça, brava, de vestido vermelho” é uma celebridade nacional. Depois da presidente Dilma, claro. Foi uma alegria ser convidado a participar da Mônica Parade. A ficha demorou a cair, e quando caiu, foi uma surpresa. Foi também uma grande honra. Conheci Mauricio e o saudoso Jayme Cortez em 1977, ao visitar o estúdio MSP. As páginas que copiei de artistas como Zé Marco Nicolosi (desenhista da Turma da Mônica) me deram bagagem pra estrear, em 1980, no Gibi Os Trapalhões” da Bloch. Os anos se passaram. Recebi um e-mail do Mauricio me convidando pra Mônica Parade. Eu custava a acreditar que era O MEU CONVITE. Agora acredito (rs)… e pretendo pintar na “minha” Mônica, personagens que fizeram história na História em Quadrinhos Brasileira em quase 150 anos!”
OS PERSONAGENS 01. Reco-reco, Bolão, Azeitona (Luiz Sá) 02. Nhô-Quim (Angelo Agostini) 03. Diabo-coxo (Angelo Agostini) 04. Juca Pato (Belmonte) 05. Garra Cinzenta (Renato Silva) 06. Pão-duro (Messias de Melo) 07. Amigo da Onça (Péricles) 08. Pererê (Ziraldo) 09. Carequinha (Jayme Cortez) 10. Gabi (Moacir Torres) 11. Capitão 7 12. Madame e seu Bicho muito louco (Fortuna) 13. Sacarrolha (Primaggio Mantovi) 14. Kactus Kid (Canini) 15. Menino Maluquinho (Ziraldo) 16. Pelezinho (Mauricio de Souza) 17. Sig (Jaguar) 18. O Gaúcho (Shimamoto) 19. Solar, o homem-átomo 20. Fon-fon (Rian) 21. Capitão Eco (Miguel Paiva) 22. Aragão (Cesar Sandoval) 23. Satanésio (Ruy Perotti) 24. Mirza (Collonese) 25. Dasdô (Flávio Almeida) 26. Maciota (Paulo Paiva) 27. Turma do Xaxado Antonio Cedraz). 28. Radical Chic (Miguel Paiva) 29. Nádia filha de Drácula (Zalla) 30. Frauzio (Francisco Marcatti) 31. Cruzaltino (Greice Pozzato) 32. Rango (Edgar Vasques) 33. Aline (Adão Iturrusgarai) 34. Capitão, Piratas do Tietê (Laerte) 35. Senninha (Ridaut Dias Jr) 36. Triplo Zero (Mario Latino) 37. Jerônimo, o heroi do sertão (Edmundo Rodrigues) 38. Capitão 7 (Jayme Cortez) 39. Cubinho (Mario Mastrotti) 40. Nhô Quim (Edson Rontani) 41. Apache (Tony Fernandes) 42. Turma do Lambe-lambe (Daniel Azulay) 43. Cacá e sua Turma (Ely Barbosa) 44. Geraldão (Glauco) 45. Rê Bordosa e Bob Cuspe (Angeli) 46. Brasileiro (Michelle Ramos) 47. Detetive Diomedes (Lourenço Mutarelli) 48. Katita (Anita) 49. Velta (Emir Ribeiro) 50. Don Ramirito (Fraga) 51. Bia (Bia Kassar) 52. Rato do Prédio (Falex) 53. Bel (Cecília Pinto) 54. Mimi (Paulo Monteiro) 55. Maria (Henrique Magalhães) 56. Pequeno Ninja (Tony Fernandes e Wanderley Felipe) 57. Rango (Edgar Vasques) 58. Aline (Adao Iturrusgarai) 59. Os Gatos (Laerte) 60. Turma do Arrepio (Cesar Sandoval) 61. Gothic Girl (Ricardo Manhaes) 62. Fradins Instituto Henfil) 63. Clovis Paulo Stocker) 64. Thumba (Jorge Barreto) 65. Presidente Reis (Luiz Gê) 66. Graúna (Henfil) 67. Zeferino (Henfil) 68. Xiru Lautério (Byrata) 69. Macanudo Taurino (Santiago) 70. Vigilante Rodoviário (Osvaldo Talo) 71. Raio Negro (Gedeone Malagola) 72. Chet (Wilde e Watson Portella, Eduardo Vetillo) 73. Tatu-man 74. Mônica (Mauricio de Souza)
O CAFÉ DA MANHÃ COM MAURICIO DE SOUSA, MONICA, PANINI E BOA PARTE DOS ARTISTAShttp://revistaogrito.ne10.uol.com.br/papodequadrinho/2013/11/08/comeca-hoje-em-sao-paulo-o-monica-parade/ Este foi um encontro de 50 notáveis artistas brasileiros com a imprensa paulistana. Grandes e velhos amigos como José Marcio Nicolosi, Junior Lopes, Mauro Souza, Kleverson Mariano, Bruno Honda Leite, Gilberto Valadares, Mulheres Barbadas, Mauro Souza, Junior Lopes, Binho Ribeiro, Titi Freak, Paulo Back, Bruno Honda Leite, Binho Ribeiro, Mulheres Barbadas, Jal, Sidney Gusman e muitos outros, principalmente o criador da baixinha, Mauricio de Souza.
http://epoca.globo.com/regional/sp/vida-urbana/noticia/2013/11/bmonica-paradeb-espalha-50-esculturas-da-baixinha-pela-cidade.html
O PASSO-A-PASSO
“Levei 18 horas de trabalho durante dois dias. Usei canetas Posca para desenhar direto na escultura, sem esboço, exceto pelos estudos prévios que tinha feito. A única ajuda que tive foi de minha mãe, D. Lourdinha, que guardou a escultura em sua casa e me ajudou a pintar os azuis entre os requadros.”
Lançamentos na GIBITERIA
Universo Compacto
XIRU LAUTÉRIO – Tigre N’agua


























