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BILLY THE KID & OUTRAS HISTÓRIAS

Almanaque (edição especial) #30
Editora OPÇÃO2
Capa por Ronald Guimaraes
Apresentação: Ezequiel Guimaraes
HQs dos colaboradores Walmir Amaral, Drigo, Tony Fernandes, Chibba e Arthur Filho.
Correio do Billy
Homenagem a Tex 70 anos
R$15,00
Pedidos: 
arthur.goju@bol.com.br 

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ENTREGA DO TROFEU ANGELO AGOSTINI TERÁ NOVA DATA EM 2019

A AQC-ESP Associação Dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo, comunica que a entrega do 35º Troféu Angelo Agostini em 2019 será no dia 15 de Junho, no Auditório da Biblioteca do Memorial da América Latina. Também teremos mais três ações programadas durante o ano no mesmo local.
A mudança se deu devido a necessidade das pessoas terem mais tempo pra acompanhar, ler e analisar as publicações do ano anterior e também na mudança no sistema de votação que esta sendo elaborado pela equipe. Além do interesse da equipe do Prêmio Angelo Agostini de implantar um projeto de ações durante o ano e não somente a entrega do Troféu.
A programação de 2019 da AQC-ESP (Prêmio Angelo Agostini 2019) ficou assim:
1. Dia 02 de Fevereiro
Dia do Quadrinho Nacional comemorado 30 de janeiro.
– Exposição de desenhos do ”Jaspion” com 50 Desenhistas Nacionais.
– Abertura com bate papo sobre o tema! com Cassio editor da JBC, Desenhista Michel Borges e Desenhista Arthur Garcia.
– Venda de prints da exposição.
– Oficina (workshop) de mangá com Thiago Spyked.
2. Dia 05 de Abril
– Exposição em cartuns, ilustras e quadrinhos do processo de independência da Espanha pelos países latino-americanos.
– Abertura com bate papo com os desenhistas da exposição e convidados que estudam o tema.
– Oficina (workshop) de Quadrinhos
3. Dia 15 de Junho
Entrega do 35º Troféu Angelo Agostini
Evento tradicional de premiação.
4. Dia 12 de Outubro
Dia do Fanzine e Dia das Crianças
– Exposição Infantil com: Originais de figurinhas dos Trapalhões, Fofão, Sergio malandro, faustão e outros.
– Expo de quadrinhos infantis destacando os principais autores nacionais.
– Oficina (workshop) de quadrinhos infantis para as crianças.
5. Além de outras ações conjuntas com o Memorial da América Latina sendo programadas e outras novidades!
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CALAFRIO ESPECIAL, MANGUE NEGRO

Estamos em aniversário do relançamento de nossas séries favoritas de terror. Fazem três anos que Calafrio e Mestres do Terror foram relançadas com o mais divertido e tradicional horror em quadrinhos para todos nós.
https://www.correiodocidadao.com.br/noticia/serie-de-hqs-de-terror-comemora-aniversario-com-edicao-especial
De lá para cá foram quinze edições, e nada mais justo do que celebrarmos com uma edição especialíssima, que já é planejada desde o lançamento de Calafrio 53 e Mestres do Terror 63 em novembro/2015.
Então lhes informo que a partir de 26/10 estará disponível para todos vocês a Calafrio Especial Mangue Negro, com as cinco HQs produzidas pelo mestre Zalla e Sidemar de Castro ambientadas com os temas do universo dos filmes de Rodrigo Aragão, e mais um material informativo. A capa é de Chibba.
São 84 páginas no formato tradicional 20,5 x 28cm por R$25,00. Venham fazer parte da comemoração de uma festa que vocês participam há três rápidos anos.
Ainda assopro no ouvido de todos vocês para informar que graças ao caixa levantado com vendas nos eventos de setembro em Curitiba (leiam mais em Calafrio 61 em dezembro), esta será a primeira edição cujo orçamento de lançamento saiu todo do caixa, sem precisar por dinheiro do bolso. 
Também não para por aí, apesar de nenhuma das edições ter se esgotado apenas nas vendas até agora, Calafrio Especial Mangue Negro terá uma tiragem ampliada devido a um acordo com o cineasta Rodrigo Aragão. Então considerem mais comemoração aí.
Correio Calafrio
revistacalafrio@gmail.com
Um abraço do editor amigo.
Daniel Saks
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THE SIDE SHOW – POR NEGREIROS

Agenda da Melhoramentos para o ano de 1991.
(J.A.Buhrer) 
– Eu trabalhava num banco estatal há 20 anos e, num dia de pouco movimento, observei que uma colega de seção estava jogando no lixo uma agenda particular, acho que estava faxinando  sua bolsa. Esperei ela sair de sua mesa e fui lá remexer o cesto. Deparei com esta agenda maravilhosa  criada pelo NEGREIROS, que há muito deveria ter sido relançada no formato de livro de arte ou num gibi ou mesmo álbum. Vocês vão ter de perdoar o Vitor, filho de minha amiga, que andou rabiscando algumas páginas.
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RODOLFO ZALLA

(J. A. BUHRER)
Eu quis escrever um texto bem impressionista sobre Zalla, já que parece que todos estão querendo fazer uma biografia do grande desenhista, falecido em junho deste ano de 2016.
Eu estudei nos livros de história da IBEP, no chamado Ensino Dirigido, na fase mais aguda da Ditadura Militar. Era isto mesmo, um ensino que pretendia nos fazer decorar e não entender a história. Nós tínhamos que ir preenchendo os pontinhos que os historiadores deixavam para nós pensarmos. Eram livros muito chatos. O que nos salvava eram os desenhos de Zalla em forma de histórias em quadrinhos, embora sem balões. Nós não podíamos entender  na adolescência o significado daquelas antigas civilizações, e confesso que até hoje ainda estou perplexo. Mas os desenhos dele me ajudaram muito,  a pelo menos entrar no espírito daqueles cenários e personagens históricos. Muitos anos depois é que fui descobrir que Zalla era quem desenhava a transposição da série O Zorro de Walt Dinsey para o  gibi, no famoso  Almanaque Disney, que eu adorava e gosto até hoje. Nos  anos 1980 eu já estava interessado em terror, aí  Zalla me confortou muito com seus gibis Mestres do Terror e Calafrio, coleção que guardo até hoje. Mas quando lembro de  de Zalla o que me vem a cabeça imediatamente são realmente seus quadrinhos históricos para a IBEP.
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EXPO MILLOR FERNANDES NO CCLA, EM 2012

Millôr Fernandes, uma breve  retrospectiva
Capturar o alma do artista Millôr Fernandes (1923-2012), carioca do Méier,  é  um problema para  qualquer curador. Ele próprio não via com simpatias esta palavra, preferia a denominação de jornalista.  Dizia que tudo que produziu na vida, excetuando uma  ou duas coisas,  foi por encomenda, e se insere na indústria cultural. Embora  muita coisa do que produziu possa  ser considerada arte, como o desenho, teatro, poesia, crônicas, achava que isto tudo  caberia no guarda-chuva  chamado jornalismo. Professava que nestes suportes todos o que mais fez foi interpretar o mundo em que viveu, mais precisamente o homem. Não por acaso uma destas atividades, por incrível que pareça, foi na canção popular, chegando a participar inclusive do célebre  Festival de Música da  Record (1966), em que A Banda e Disparada se sagraram vencedoras.  Fez a música e a letra de O homem,  o que corrobora a idéia de que a humanidade escorre por seus desenhos e textos.
O cineasta Walter Salles num dos prefácios de livros, o considera  renascentista,  pois  foi   um homem que entendeu seu tempo, participou de quase todo tipo de iniciativa cultural, midiática vamos dizer assim. Para Salles, Millôr  criou diálogos insuperáveis para o filme Terra Estrangeira,  como  também já tinha   produzido roteiros de filmes a partir dos anos 1960. Apresentou programas de televisão, na incipiente TV dos anos 1950, como o Lições de um ignorante, onde foi até censurado por JK.  Nos anos 1960 participou do Jornal de Vanguarda, importante programa de TV, que marcou época. Nas revistas O Cruzeiro e A Cigarra, escreveu reportagens, fez colunas de humor, copidescou, diagramou e traduziu. Chegou  a revista O Cruzeiro ainda rapazinho, quando ela tinha  apenas dois funcionários, um diretor e mais ele próprio. Ajudou a catapultá-la para o posto de  principal mídia impressa daqueles tempos.
No teatro também foi um homem que atuou  profundamente, a partir de uma encomenda que  teve em 1950. Escreveu mais de  cem peças, uma das primeiras, que mais fez sucesso,  foi  Um elefante no caos. Adaptou  Vidigal: Memórias de um sargento de milícias (1982), da célebre obra de nossa literatura.  Criou peças com monólogos, com vários personagens, e  espetáculos como Liberdade Liberdade (1966), em parceria com Flávio Rangel. Também escreveu shows musicais, como Bons Tempos, Hein!? (1979), para o MPB 4; e De repente (1985), para Arthur Moreira Lima. Alem de tudo isto ainda traduziu dezenas de peças, que fizeram enorme sucesso e  alimentaram nosso teatro por décadas,  trabalhos estes que  são considerados pela critica como de  alto nível.
Como cartunista,  foi um dos mais pródigos. Primeiro começou assinando como Vâo Gogo, pseudônimo que depois abandonou, assumindo com o próprio nome. Paulo Francis dizia que Millôr confessou-lhe que começou a usar este pseudônimo porque queria guardar seu nome real para atividades artísticas mais “nobres”, como por exemplo  teatro. Mas a partir de um certo momento mudou de idéia e assumiu  com seu próprio nome os desenhos e textos em geral. Na área de humor achava que ninguém poderia  desenhar no século XX sem conhecer Picasso e Saul Steinberg, este último considerava o maior artista desse século. Seu traço  visivelmente influenciado pelos gênios acima citados, evoluiu a partir dos anos 1960 para patamares raramente vistos em nosso país e no mundo todo. Teve seu desenho publicado em  grande parte das iniciativas culturais de seu tempo. Foi muito influenciado pelas histórias em quadrinhos americanas, tendo sido inclusive tradutor e letrista dos suplementos, que ajudaram a implantar no Brasil a linguagem americana, com personagens do tipo Flash Gordon e Fantasma. Esta influência carregou por toda a vida, sendo que nos seus trabalhos as tiras e os quadrinhos estiveram  muito próximos.
Nas suas colunas de humor, vamos chamar assim, já que são em si indefiníveis, explorou  quase todas as formas de texto: pastiche, paródia, poesia, teatro, fábulas, aforismos, máximas, anedotas, contos, traduções criativas ou mesmo trocadilhos. Dentro de suas seções havia sub-seções, que se repetiam por anos. Teatro Corisco foi uma micro peça, de poucas linhas,  que  durou anos em O Pif-Paf.  Também sobre a rubrica de Hai-Kai publicava  este tipo de poesia oriental,  com um  estilo mais engraçado. Dicionavario era uma maneira engraçada de dar outro sentido aos verbetes do dicionário.  Fábulas Fabulosas, neste caso ele virava um Esopo moderno  e “deturpava”  a forma desta clássica  narrativa moralista.
Nos textos de Compozissões Infantis, diz no  livro Trinta anos de mim mesmo (1972), que abstraía-se do adulto  e escrevia como uma criança. Estas colunetas permaneceram por anos  em O Cruzeiro, como peças de humor de alta qualidade. Sem falar no também indefinível  Lope-Lopes, tipo de humor que reinventou, que nem  sabe mesmo dizer como é, talvez um insight. Um dos obituaristas, que escreveu  sobre Millôr, deitando elogios ao mestre,  diz que   usou todas as formas literárias, mas que nunca tentou  algo de maior  fôlego, como o romance. Isto é verdade, tudo o que escreveu ou criou foi para ser publicado ou encenado em seu tempo. Muito natural,  pois um romance não poderia ser publicado  na imprensa periódica, neste sentido foi muito coerente, pois sempre se considerou um jornalista e não um escritor.
Na imprensa  atuou como escritor e desenhista, e até como editor, como foram os casos de O Pasquim (1969) e Pif Paf  (1964).  Suas seções de humor eram tão marcantes que elas próprias pareciam-se como órgãos independentes dentro da revista. Foi  assim com O Pif-Paf, de página dupla dentro de O Cruzeiro entre 1945 e 1963;  e também da página dupla Millôr, nas  páginas amarelas de Veja, de  1968 até 1982. As  melhores iniciativas da  área de jornalismo e humor impressos também contaram com seu nome nos cabeçalhos e  sumários. Botem aí O CruzeiroA Cigarra, Voga, Senhor, Piif Paf, Veja, RealidadeFairplay, O Pasquim, Isto É, República e chegando até a Piauí. Com seu hábil humor dizia que um sujeito que escreve é considerado escritor, o que faz garatujas  desenhista. Mas  dizia  não haver  denominação para quem fazia as duas coisas. Realmente, Millôr  assim como os grandes artistas multimídias é indefinível.
Esta exposição apresenta algumas reproduções, como também documentos  originais, impressos, que este que vos fala reuniu pela vida toda. Posso dizer que cresci lendo e ouvindo Millôr, como  pode ser visto. A partir de um certo momento de sua carreira naveguei com ele em seus textos e desenhos. Chegando até os dias de hoje, em revistas de circulação nacional, onde colaborou até onde sua saúde permitiu. Alem de impressos mais antigos também temos suas últimas colaborações para a imprensa periódica, como por exemplo República, Piauí e Veja.
  
                                    JOÃO ANTONIO BUHRER DE ALMEIDA [jornalista] 
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Walmir Amaral em Billy The Kid & Outras Histórias #29

Editora Opção2, 36 págs. capa de Walmir Amaral (cores por Sandro Marcelo);
HQs: O Vingador e Willy Rock (Walmir Amaral, o destaque da edição); Sandro Marcelo e Arthur Filho; poster do Flecha Ligeira pelo mestre Walmir, homenageado na edição

O mestre foi desenhista de O Fantasma, Cavaleiro Negro, O Vingador, Flecha Ligeira, O Anjo, X 9… Edição imperdível!!  
Pedidos por e-mail: arthur.goju@bol.com.br

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SANTA ROSA E ZIRALDO

ARQUIVOS INCRÍVEIS DO JOAO ANTONIO
Enfeixo neste álbum um matéria reunindo Ziraldo e Santa Rosa, numa exposição, de O Cruzeiro 22-07-1961.
Em seguida duas páginas do carnaval de 1954, de Manchete, sobre com os desenho carnavalescos de Santa Rosa .
A seguir a criação do Canarinho Tri do Ziraldo. Num anúncio de O Cruzeiro, da ave promovendo a bola da Estrela. Depois as Aventuras de Tri, o Canarinho, em Fatos & Fotos 18-06-1966. Finalmente um anúncio de O Cruzeiro, de Ziraldo, com os gibis que esta casa editora publicava.

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CALAZANS NO JORNAL O SANTISTA

2 de junho de 2018, em entrevista a Fábio Tatsubô.
1. Como surgiu a proposta de publicar a Cartilha do Direito Autoral da AQC?
CALAZANS :- “Toda minha vida foi direcionada a minha paixão por Cultura de Mídia: Quadrinhos, Cinema e Literatura; minha mãe, bibliotecária e professora, me alfabetizou com ASTERIX e TINTIN e estudei idiomas para ler quadrinhos no original em francês, inglês e espanhol.
Posteriormente, no decorrer do curso universitário de Direito, dediquei-me às disciplinas relacionadas ao campo do Direito Autoral para entender meus direitos como roteirista e desenhista de quadrinhos, pois quadrinhos meus foram publicados na Editora Abril (revista AVENTURA E FICÇ O numero 19 em setembro de 1989), no álbum coletânea dos 40 melhores autores brasileiros “BRAZILIAN HEAVY METAL” (1996), na coletânea dos 50 autores que o “Instituto HQ” chamou de “elite dos quadrinhos brasileiros”- o álbum “PÁTRIA ARMADA:VISÕES DE GUERRA” (2016) e em muitos jornais, revistas e fanzines.

Fiz Doutorado e Mestrado na ECA USP e Livre-Docência na UNESP, sempre estudando Quadrinhos, Cinema e cultura geek.
Assim, a Cartilha foi crescendo como conseqüência desta dedicação e experiência acumulada como pesquisador, colecionador e autor de quadrinhos e foi o primeiro livro em idioma português a abordar os direitos dos autores de quadrinhos”.

2. A cartilha tem o apoio da AQC (Associação dos Quadrinhistas e Cartunistas do Estado de São Paulo) como funcionou esta parceria?
CALAZANS :- ” Em 1986 fiz parte de uma chapa e ganhamos a eleição da AQC (Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas), eu fui eleito no cargo de Diretor Executivo, ofereci à meus companheiros de chapa da diretoria para redigir um livro que ensinasse os direitos básicos aos associados e junto eu daria gratuitamente minha consultoria de direito autoral, esta foi a primeira edição; a segunda edição ampliada desta cartilha foi publicada este ano de 2018 e retomo a consultoria, a qual na verdade nunca cessei de prestar a quem procura-me nestes últimos 30 anos, acumulando certa experiência e vivência neste mercado específico, tanto como pesquisador quanto como autor, tradutor e colecionador. A parceria foi das editoras GRR!, WAZ, AQC e livraria COMIX entre outras livrarias nas quais o livro é vendido na internet. A Cartilha de Direito autoral da AQC é um livro imprescindível para todos os autores de Histórias em Quadrinhos, tiras de jornal, Charges e Cartuns, além de professores de desenho de caricatura e comics e também para pesquisadores e colecionadores de gibi, obrigatória no acervo de Gibitecas e Bibliotecas que tenham Álbuns ou revistas de Histórias em Quadrinhos.

A Cartilha é parte da campanha de filiação da AQC, que é GRATUITA e sem mensalidades, basta você enviar um e-mail declarando que deseja ser associado e em um mês seu nome será publicado na lista do blog da AQC e terá desconto nas publicações, cursos, palestras, eventos e minha consultoria gratuita. http://aqcsp.blogspot.com.br/ “

3. O que o desenhista precisa fazer registrar seus quadrinhos na Biblioteca Nacional?
CALAZANS :- “O registro pode ser feito on line com os documentos em download no site da Biblioteca Nacional e recolhendo uma taxa de expediente, mas se o autor tem pressa antes de mostrar a editores ou outros autores e correr risco de ter as idéias copiadas pode registrar o personagem no mesmo dia em qualquer Cartório de Títulos e Documentos, o registro já inibe quem estiver com más intenções e que poderia roubar as suas idéias. Na verdade basta ter testemunhas, mas um registro com carimbo de cartório dá seriedade oficial à obra.”.

4. Num mundo digital, onde é fundamental a divulgação das artes nas redes sociais, como o artista pode proteger seus trabalhos?
CALAZANS :- “Com um PRINT SCREEN da rede social já pode provar a autoria, e principalmente com o testemunho de todos que curtiram a imagem, ali terá a data e horário em que publicou, nestas brigas costuma ganhar quem puder provar que publicou antes. Mas existem também coincidências, muitas vezes em redes sociais vi dois chargistas políticos desenharem a mesma idéia no mesmo dia, o importante é conversar primeiro e tentar resolver sem brigas pois um processo judicial pode ser muito longo e cansativo para as duas partes.”.

5. Se um artista descobre que outra pessoa ou empresa utilizou suas artes sem autorização, que tipo de medidas podem ser tomadas?
CALAZANS :- “Publicar sua obra sem pagar é um CRIME chamado de CONTRAFAÇ O e copiar suas idéias redesenhando é outro CRIME chamado PLÀGIO, o autor vítima destes crimes também pode fazer um processo de DANO MORAL e ganhar um dinheiro em indenização. Mas antes é preciso conversar, um processo pode demorar muito e fazer outras editoras boicotarem seu nome e pararem de comprar suas artes em solidariedade ao editor processado.”.

“Cartilha de Direito autoral da AQC-ESP – Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo” de autoria do Doutor Flávio Calazans (14 x 20,5 cm. 92 pgs., p&b, lombada quadrada, R$ 23,00 mais correio)

Para adquirir um exemplar escreva para:
produtoraculturalwaz@yahoo.com.br
FLAVIO CALAZANS é Doutor pela USP,
Autor dos livros :
“HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA ESCOLA” em TERCEIRA EDIÇÃO pela editora PAULUS, SP.
“CARTILHA DE DIREITO AUTORAL DA AQC” em SEGUNDA EDIÇ O pelas Editoras GRR!, WAZ e AQC.
Autor dos álbuns de HQ mais republicados do Brasil- “Guerra das Ideias” em SEXTA edição, e “Guerra dos Golfinhos” em QUINTA edição.
Publicou HQ na EDITORA ABRIL (1989) e nos álbuns”BRAZILIAN HEAVY METAL” (1996, entre os 40 melhores autores do Brasil); “PÁTRIA ARMADA:VISÕES DE GUERRA” (2016 entre os 50 autores que o INSTITUTO HQ chamou de ELITE DA HQ NACIONAL) e publicou tiras e charges em diversos jornais.
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RISOGRAFIA

São 25 mini-biografias de figurinhas carimbadas, personagens engraçados, atrapalhados.

Vendido pelo Clube de Autores
Páginas: 53
Preto e branco
Formato A4
Valor impresso: R$ 28,15
E-book: R$ 15,07
Contato com Angelo Martins <angelomsjunior@yahoo.com.br>
Ou pelo link.

https://clubedeautores.com.br/book/254503–RISOGRAFIA#.W0O9I9JKiUl