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LANCAMENTOS DE QUADRINHOS EM SAMPA, CAMPINAS, ARARAQUARA E VIDEOS COM WORNEY


SABADO, NA HQMIX EM SAMPA, SÃO JORGE DA MATA ESCURA
(Bira Dantas)
Confesso que li a HQ em dois folegos.
No primeiro, percebi a trama montada por Marcello Fontana, personagens interessantes, roteiro bem amarrado, diálogos precisos. O prefacio, ou posfacio, nao lembro, fala de sua ligação com a cidade de Salvador, com a religiosidade do povo, com Jorge, o matador de dragões.
Num segundo fôlego, percebi a arte diversificada. Voltei ao inicio, a capa chama atenção por um cuidado esmerado na arte e composição, quase europeu. Na HQ de abertura, a arte de Cedraz e’ de encher os olhos, este Mestre dos Quadrinhos, cuja historia e’ tao ligada ao nordeste, a Salvador, a Sao Jorge… a pintura de suas nuvens e’ quase comico-surrealista. Depois vem os desenhos super caprichados de Andre’ Leal -meu ex-parceiro de revista Front- impecável. Incrível como os personagens desenhados em estilos diferentes tem tanto em comum. As ilustrações quadrinizadas de Naara Nascimento (que aprecio ha tanto tempo), deram um toque tragico-historico na HQ.
Os desenhos dao um suporte perfeito a esta historia urbano-fatidica, fechada a chave de ouro, com seu final inesperado.
Parabens aos criadores.
http://hqmataescura.blogspot.com/
23 de Julho
19:30
Livraria HQMix
Praça Roosevelt, 142
Sao Paulo SP

SEGUNDA, NA FNAC EM CAMPINAS, O ATENEU

(Foto e texto Fernando Eduardo Pacifico)
http://eptv.globo.com/campinas/variedades/NOT,1,1,359688,Bira+Dantas+transforma+classico+de+Raul+Pompeia+em+quadrinhos.aspx
“De um pequeno trabalho escolar a uma paixão, passaram-se 33 anos desde que Ubiratan Libanio Dantas de Araújo, na época com 15 anos, fez a primeira adaptação de um clássico da literatura para os quadrinhos. “Estudava no colégio Ascendino Reis (Tatuapé-SP), quando minha tarefa foi transformar “O Guarani”. Ao invés de um índio idealizado, com a minha interpretação ele ficou mais parecido com o Tarzan”, recorda-se Bira Dantas – como é conhecido – aos risos.
A antiga brincadeira deu espaço a formas mais precisas, embora sempre trabalhadas com o intuito de experimentar. Nesta segunda-feira (25), a partir das 19h, o artista lança seu terceiro trabalho na livraria Fnac Campinas do Parque Dom Pedro Shopping. Trata-se da adaptação de “O Ateneu”, romance de Raul Pompéia, publicado pela primeira vez em 1888.
O enredo é pautado pelas críticas às instituições de ensino das elites do século XIX. Bira Dantas contou que a adaptação do texto, feita por Ronaldo Antonelli em 68 páginas, manteve a introspecção e a essência das falas. “O leitor da obra original vai perceber poucas diferenças. Alguns trechos foram sintetizados para deixar a leitura mais leve e para casar com os quadrinhos e formar cenas.”
Revela que quase desistiu da adaptação. “Foi um desafio muito grande, pois é um texto pesado e que dá pouca margem para a criação visual. O fato do Raul (Pompéia) ter sido o ilustrador da 1ª versão acabou me inspirando. Consegui finalizá-lo seis meses após o prazo combinado com a editora.”, comenta.
Diferenças
O estilo “experimentador” de Bira Dantas pode ser compreendido comparando a adaptação de “O Ateneu” com suas obras anteriores: “Memórias de um Sargento de Milícias” e “Dom Quixote de La Mancha”.

No romance de Manuel Antônio de Almeida, contou ter “dado mais palpites” nas alterações do texto, com o objetivo não apenas eliminar pleonasmos provocados pela junção com imagens, mas também de oferecer um ritmo diferente. Apesar de mais leve, a obra também preservou as características centrais da história. Os quadrinhos foram feitos a partir do uso de nanquim, sombreado com grafite e cores digitais (feitas por Maurício DNA e Caio Freitas).
Por outro lado, no clássico de Miguel de Cervantes, o quadrinista foi além: inseriu o autor espanhol na trama. “Eu me senti bastante à vontade, porque existe margem para uma loucura visual”, afirmou ao mostrar que os desenhos foram feitos com o emprego de nanquim e aquarela.
Em “O Ateneu”, lápis e guache foram as ferramentas escolhidas para representar um tom mais naturalista. “Como as adaptações são voltadas para público mais jovem, tive de suavizar, por exemplo, uma cena de sexo, afinal a imagem é muito mais forte do que as palavras.“, explica.

Questionado sobre a cena favorita, Dantas não titubeou: “a sequência em que o jardineiro mata o namorado da faxineira. É um dos pontos mais dinâmicos da obra”, avalia.

Novo Projeto
Desde o início do ano, o artista pesquisa sobre “Ilíada”, poema de Homero. Segundo Dantas, o objetivo em inovar continua. “A minha intenção é a de colorir os quadrinhos usando a tablet. Embora o recurso seja diferente, a característica do meu “traço” vai permanecer”. A previsão é de que o lançamento aconteça em 2012.

Sobre a importância das adaptações como incentivadoras do hábito da leitura, o ilustrador mostrou-se feliz com o resultado. “É uma alegria grande, pois as obras acabam por satisfazer quem conhece os originais e também levam os novos leitores a querer conhecer a versão tradicional.”

Bira Dantas
Paulistano, Dantas mora em Campinas e trabalha com HQ, ilustrações e charges desde 1979. Além de ilustrar livros e materiais produzidos por sindicatos, foi desenhista da revista em quadrinhos “Os Trapalhões” e colaborou para as revistas Pântano, Tralha, Porrada e Megazine, além dos jornais Retrato do Brasil, Diário do Povo (Campinas) e Folha da Tarde (SP). Dentre os prêmios mais importantes que recebeu estão: Prêmio do Salão de Humor do Chipre, em 2002 (primeiro prêmio internacional); Ângelo Agostini em 2005 (como melhor cartunista brasileiro) e HQMix em 2009 (pela melhor adaptação em quadrinhos com “Dom Quixote”).

Atualmente, Bira Dantas é professor de charge, cartum e caricatura na Escola Pandora, em Campinas, e produz diariamente as tiras do “Tatu-Man”. Neste ano, o artista participou do Festival de Quadrinhos em Angoulême, na França.
Destinada a estudantes do ensino fundamental e médio, a adaptação de “O Ateneu” faz parte da série “Literatura Brasileira em Quadrinhos”. A obra foi lançada primeiramente na capital paulista, no mês de junho.”

Serviço:
http://www.fnac.com.br/LojasEvento.aspx?idLoja=5&dtEvento=17
O quê: Lançamento da adaptação em quadrinhos de “O Ateneu”
Quando: Segunda-feira (25), a partir das 19h
Onde: Livraria Fnac – Shopping Parque Dom Pedro
Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra
Informações: (19) 2101-2000 ou
http://www.ateneuhq.blogspot.com

AGITO CAMPINAS
http://www.agitocampinas.com.br/eventos/lancamento-do-livro-o-ateneu/10766

IMPULSO HQ
http://impulsohq.com/noticias/o-ateneu-em-quadrinhos/
Lançamento de livro O Ateneu conta com a presença de Bira Dantas para um bate-papo e noite de autógrafos
Adaptação em quadrinhos apresenta o romance mais popular de Raul Pompéia, que foi publicado originalmente em 1888, primeiro em folhetins e logo depois em livro. A obra traz o drama de um menino que, arrancado do lar, é enviado para um internato.
Com texto de Ronaldo Antonelli (que nao estará presente no lancamento) e ilustrações de Bira Dantas, a HQ que faz parte da
coleção Literatura Brasileira em quadrinhos da editora Escala Educacional, traz um belo roteiro e traços divertidos e coloridos, que aproxima o jovem leitor do estilo realista da obra original.
O primeiro bate-papo foi no dia 11 de junho, sábado, na HQMIX Livraria. Quem não compareceu nesse dia terá uma segunda oportunidade no dia 25 de julho, segunda-feira, na FNAC Campinas, a partir das 19h.”

O Ateneu em Quadrinhos
Autor: Raul Pompéia
Roteiro de: Ronaldo Antonelli
Ilustrações de: Bira Dantas
Editora: Escala Educacional
17 x 24 cm
Lombada quadrada
4 cores
64 páginas
R$ 23.90

FNAC Campinas
Shopping D. Pedro
CAMPINAS – SP

EM ARARAQUARA, TURMA DO PIPOCA E NANQUIM LANCA LIVRO SOBRE HQ

http://eptv.globo.com/lazerecultura/NOT,3,7,359170,Livro+reune+historias+de+4+herois+das+HQs+adaptadas+para+o+cinema.aspx
(Fabiana de Paula)
“Quadrinhos no Cinema – O Guia Completo dos Super Heróis”, escrito pelo trio de amigos Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes, com enfoque para os personagens Thor, Capitão América, Lanterna Verde e Conan.
Colecionador de quadrinhos desde 1987, o escritor Alexandre Callari, de 35 anos, explica porque personagens como Besouro Verde e os mutantes X-Men, que também tiveram suas histórias adaptadas para o cinema recentemente, ficaram de fora do guia. “O Besouro Verde é um personagem de pouca expressão nos quadrinhos e a história dos X-Men renderia um livro só para ela e se tornaria uma obra monstruosa, o que inviabilizaria o projeto.”
O livro lançado pelo selo Generale
http://www.editoraevora.com.br/livro/quadrinhos-no-cinema.aspx
braço da editora Évora focado na cultura pop, traz desde curiosidades da biografia dos autores a dicas de quadrinhos considerados essenciais para o melhor conhecimento dos personagens. Segundo Callari (foto ao lado), o objetivo do trio era reunir em uma mesma obra informações que suprissem a curiosidade do leigo em HQs, que acabou de ver o filme e deseja se aprofundar na história, e que também não desapontasse os leitores assíduos dos quadrinhos. “O grande desafio foi fazer um livro que agradasse ao fã e que ao mesmo tempo não fosse altamente técnico para aqueles que acabaram de ver o filme e querem saber mais detalhes sobre os super-heróis. Tentamos fazer um livro que agradasse tanto ao iniciante quanto o fã que já conhece as histórias.”
O processo de desenvolvimento levou um ano entre pesquisas, produção e formatação. O resultado é uma obra de 240 páginas com centenas de ilustrações dos quatro super-heróis. O trio de autores se conheceu durante uma exposição dos quadrinhos de Callari, que atualmente conta com um acervo de mais de 11 mil publicações, no Sesc Araraquara. O publicitário Bruno Zago, assim como Callari, mora em Araraquara e o economista Daniel Lopes, vive em São Carlos. Os três são responsáveis pelo site Pipoca e Nanquim
http://pipocaenanquim.com.br/
especializado em quadrinhos e cinema, e juntos apresentam o programa de mesmo nome veiculado aos fins de semana na TV e rádio Uniara.

WORNEY FALA DOS CLASSICOS

Abaixo links de duas entrevistas para a TV UOL sobre lançamentos produzidos pelo diretor da AQC (e ex-editor do tambem classico fanzine Quadrix): “Garra Cinzenta” pela Editora Conrad e “Messias de Mello e o Espiritismo” pela Editora Marca da Fantasia.
Worney fala do Garra Cinzenta
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=livro-garra-cinzenta-04024E1C3768D4C11326/mediaId=11854789/date=2011-07-22&&list/type=search/q=GIBI%20RARO%20CLICTV/edFilter=all/

E fala de Messias de Mello
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=messias-de-mello-e-o-espiritismo-04020C1B3368D4C11326/mediaId=11854360/date=2011-07-22&&list/type=search/q=GIBI%20RARO%20CLICTV/edFilter=all/

Worney Almeida de Souza
http://produtoraculturalwaz.wordpress.com/about/
Jornalista, pesquisador, produtor, editor, arte educador produtor de eventos e exposições e colecionador de quadrinhos.
Escreveu e produziu para as editoras: Press, N.G., Nova Sampa, Maciota, Combat Sport, Ondas, D-Arte, Vidente, Conrad, Ícone, Canaã, Xanadu, Gênero, Midwest, Activa, Opera Graphica, Escala, Minuano, Xamã e Mythos.
Editou, produziu, escreveu, diagramou e distribuiu, entre outros, os fanzines: “Quadrix”, “Seleções do Quadrix”, “Boletim da AQC-ESP”, “Boletim do Comix Club”, “Lixo Cultural”, “Rabo de Peixe” e “Rabo de Peixe Express”.
Colunista sobre revistas em quadrinhos e cultura pop dos seguintes jornais: Jornal “Hora do Povo” – São Paulo – diário (desde 1989 a 1999) (mais de 1.200 artigos publicados), “Jornal do Cambuci e Aclimação” – São Paulo – semanal (1991 a 2004), “Folha do Comércio de Santana” – São Paulo – semanal (desde 1995 a 1998), “Jornal do Centro – São Paulo” – quinzenal (1993 a 1996), “Jornal de Santana” – São Paulo – semanal (1992 a 1995), “Jornal Vitrine Especial” – Taboão da Serra – semanal (1994 a 1995), “Folha da Tarde” – São Paulo – semanal (1984 e 1992), “Jornal Leia SP” – São Paulo semanal (1992 a 1993) e “Jornal Vila Maria Express” – São Paulo (1994).
Produtor das 25º edições do Prêmio Angelo Agostini – O Dia do Quadrinho Nacional, desde 1983, Exposição dos 80 anos da revista “O Tico Tico”, em 1985, exposições e eventos vinculados à AQC-ESP, desde 1983 e lançamentos de publicações do Comix Club (1994 a 2005).
Participou nas publicações “Colunistas Brasileiros – 1995″ e “Colunistas Brasileiros – 1998″, do Sindicato Jornalistas de São Paulo.
Criou e operou as distribuidoras de revistas: Comix Club (1995 a 1999) e Dacta (2000 a 2008).
Trabalhou na Assessoria de Secretaria Municipal de Abastecimento – PMSP (1987 a 1988), atendimento à mídia e no Núcleo de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde-Covisa-PMSP (2005 a 2008 ) na operação e redação da página eletrônica.
Arte educador ministrando oficinas sobre Histórias em Quadrinhos na Fundação Casa de São Paulo (SP) (2007,08 e 09 ).
Reconhecido em: Prêmio Maciota -Melhor Fanzine de 1986 (“Quadrix”), Prêmio Angelo Agostini – Melhor Lançamento de 1988 (“Garra Cinzenta”), Prêmio do Festival do Gibi – Gibiteca de Curitiba em 1989 (“Quadrix”), Prêmio Jayme Cortez de 1991 – Incentivo ao Quadrinho Nacional, Prêmio-participação Semana de HQ de Ferraz de Vasconcelos de 1995, Prêmio HQ MIX – Melhor Graphic Novel Nacional de 1995 (“À Meia Noite Levarei sua Alma”) e Prêmio Bigorna – Grande Contribuição à HQ Nacional de 2008.

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Projeto de lei n.º 6060-2009 – Para produção de HQs

Leia aqui a proposta da Lei de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais.

(Enviado por Patricia Rubin Secretária Parlamentar do Gabinete do Deputado Federal Rui Costa – PT/BA: patricia.rubin@camara.gov.br
PROJETO DE LEI N.º6060-2009

DEPUTADO VICENTINHO
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Estabelece mecanismos de
incentivo para a produção,
publicação e distribuição de
revistas em quadrinhos nacionais
.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Esta Lei estabelece incentivo para a produção e distribuição de histórias
em quadrinhos de origem nacional no mercado editorial brasileiro.

Art. 2º As editoras deverão publicar um percentual mínimo de 20 por cento de
histórias em quadrinhos de origem nacional, considerando-se o conjunto das
publicações do gênero produzidas a cada ano, na forma da regulamentação.

§ 1º Considera-se história em quadrinhos de origem nacional aquela criada por
artista brasileiro ou por estrangeiro radicado no Brasil e que tenha sido
publicada por empresa sediada no Brasil.

§2º O percentual de títulos estipulado no “caput” deste artigo será atingido da
seguinte forma: cinco (5) por cento no primeiro ano de vigência desta lei; dez
(10) por cento no segundo ano; quinze (15) por cento no terceiro ano,
atingindo-se a cota de 20 por cento no ano subseqüente.

Art. 3º As empresas distribuidoras deverão ter um percentual mínimo de 20 por
cento de obras brasileiras em quadrinhos entre seus títulos do gênero,
obrigando se a lançá-los comercialmente.

§1º O percentual de títulos e lançamentos a que se refere este artigo será
implementado na forma prevista no § 2º do artigo anterior.

Art. 4º Em se tratando de veículos impressos de circulação diária, semanal ou
mensal, deverá ser observada a relação de uma tira nacional para cada tira
estrangeira publicada.

Art. 5º O Poder Público, por meio do órgão competente, implementará medidas
de apoio e incentivo à produção de histórias em quadrinhos nacionais, tais
como, estimular a leitura em sala de aula, promover eventos e encontros de
difusão do mercado editorial de histórias com quadros em seqüência voltadas
para o público infanto – juvenil e a inserção de disciplinas práticas, tais como
roteiro e desenho, no currículo das escolas e universidades públicas.

Art. 6º Os bancos e as agências de fomento federais estabelecerão programa
específicos para apoio e financiamento à produção de publicações em
quadrinhos de origem nacional, por empresa brasileira, na forma da
regulamentação.

§1º Na seleção dos projetos, será dada preferência àqueles de temática
relacionada com a cultura brasileira.

§2º Os projetos financiados com recursos públicos deverão destinar percentual
de, no mínimo, 10% da tiragem das publicações em quadrinhos para
distribuição em bibliotecas públicas, na forma da regulamentação.

Art. 7º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO
Conhecida como “banda desenhada”, “BD”, “história em quadrinhos” ou “HQ”, a
narração de histórias de forma seqüencial, conjugando texto e imagens,
publicadas no formato de revistas, livros ou em tiras, são um gênero de arte
que conquistou o mundo.

Não há país que não mantenha uma legião de admiradores e colecionadores
de histórias em quadrinhos, nos mais diversos formatos, estilos, gêneros e
temas. Surgidas no século XIX, as histórias em quadrinhos tiveram o seu berço
nos Estados Unidos, segundo alguns autores, com a publicação de “As
Canções de Cego”, editadas em 1820.

Alguns autores apontam, no entanto, que foi de Angelo Agostini, em 1869, no
Brasil, a idéia de fazer histórias ilustradas quadro a quadro. A primeira revista
em quadrinhos brasileira chamava-se “Tico Tico” e acredita-se que foi a
primeira do mundo a trazer histórias completas. Foi lançada em 1905 e em
seus primeiros anos limitava-se a reproduzir os quadrinhos norte –americanos,
principalmente Buster Brown e Tige de Richard Outcault ( renomeados como
Chiquinho e Jagunço).

Mas, apesar de ser uma arte antiga no País, o mercado nacional de historinhas
ilustradas sempre foi dominado pelas publicações estrangeiras, com
personagens como Yellow Kid, o Super Homem, o Batman, Tintin,
acompanhado do cão Milou, além de outros, como o marinheiro Popey e o
detetive Dick Tracy.

Majoritariamente, os autores nacionais seguem o estilo comics (como os
quadrinhos norte-americanos ficaram conhecidos, em função do humor) dos
super-heróis criados nos Estados Unidos. No caso dos Comics, alguns artistas
brasileiros, agenciados nos Estados Unidos, conquistaram fama internacional,
como Roger Cruz que desenhou o X-Men e Mike Deodato, que desenhou Thor,
Mulher Maravilha e outros. Além dos comics, os desenhos brasileiros também
foram fortemente influenciados pelos gibis japoneses, conhecidos como
Mangá.

A tira é considerada como estilo mais identificado com o brasileiro, tendo sido
usada, como elemento de resistência à ditadura militar ou de sátira aos
costumes nacionais. Entretanto, apesar de estarem há mais de 100 anos no
mercado nacional, e de terem ganhado o apelido de “ Gibi”, graças a uma
revista lançada em 1939, os quadrinhos brasileiros nunca ganharam grande
impulso.

Afora alguns títulos de menor expressão, o mercado brasileiro é identificado
apenas por um grupo de personagens, criado por um artista nacional: a Turma
da Mônica.

Atualmente, grande parte das revistas vendidas em bancas leva a assinatura
de Maurício Souza, o “pai” de Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e outras
personagens que marcaram gerações no Brasil, mantendo sempre o mesmo
estilo, a mesma mensagem, os mesmos papéis, mas em envelhecer ou perder
a atualidade. Atualmente, as revistinhas da Turma da Mônica são um
fenômeno mundial, tendo sido traduzidas para diversas línguas e sendo
vendidas em inúmeros países.

Para os estudiosos, o mundo dos quadrinhos, que já foi visto como inimigos da
aprendizagem por educadores, hoje representa um retrato de valores e
costumes de uma sociedade e reproduz para a criança um universo estável,
em meio a tantas mudanças e à insegurança que cerca o cotidiano da vida
moderna. Além de ser uma “válvula de escape” para a fantasia infantil, os
quadrinhos são uma grande forma de promover a cultura nacional.

O projeto que ora propomos leva em conta não apenas o potencial econômico
do mercado consumidor brasileiro, que hoje beneficia apenas a indústria de
entretenimento norte-americana e outras nacionalidades, mas também a
importância de fomentar um elemento de identidade cultural e manifestação
artística.

Por isso, sugerimos que sejam incentivadas as empresas que comprovem a
publicação de, pelo, 20 % de material nacional. O percentual estabelecido é
suficiente para romper a hegemonia estrangeira, mas sem impor uma limitação
exagerada aos quadrinhos que vem de fora, não representando, assim,
qualquer tipo de censura à liberdade de expressão e ao acesso à informação.

A analogia que fazemos é com a chamada “cota de tela”, prevista no art.55 da
Medida Provisória nº2. 228-1, de 6 de setembro de 2001, que determina que “
por um prazo de vinte anos, contados a partir de 5 de setembro de 2001, as
empresas proprietárias, locatárias ou arrendatárias de salas, espaços ou locais
de exibição pública comercial exibirão obras cinematográficas brasileiras de
longa metragem, por um número de dias fixado anualmente, por decreto,
ouvidas as entidades representativas dos produtores, distribuidores e
exibidores.”

A “cota de tela” constitui instrumento importante para incentivar a produção
cinematográfica nacional, por meio da obrigatoriedade de exibição de uma
quantidade mínima de películas nacionais nas salas de exibição de uma
quantidade mínima de películas nacionais nas salas de exibição em todo o
Brasil. Se temos as cotas para os filmes, podemos também ter as cotas para os
quadrinhos, como uma política temporária de incentivo, a ser extinta no
momento em que o setor se desenvolver e passar a caminhar de maneira
autônoma.

Para que esse crescimento ocorra, também estabelecemos que caberá ao
Poder Público, por meio de suas agências de fomento, financiar a produção de
quadrinhos nacionais. Há vários anos, o Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social ( BNDES), por exemplo, cria uma linha de financiamento
para patrocinar o cinema brasileiro, desde a produção até a exibição.

Seguindo o mesmo modelo, e investindo um gênero de arte como os
quadrinhos, estamos convictos de que poderemos aumentar a presença
internacional do Brasil na área cultural, ainda considerada tímida e restrita
basicamente às novelas, com exportações anuais de cerca de US$ 60 milhões
(em 2006). Podemos fazer como a Coréia, onde os quadrinhos receberam forte
apoio estatal, e hoje são exportados para vários países, inclusive o Brasil.

Assim, sendo pedimos o apoio dos ilustres parlamentares para a aprovação da
norma proposta.

Sala de Sessões, em de de 2009.
Deputado VICENTINHOPT-SP

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VAMOS DISCUTIR A LEI DOS 20% DE QUADRINHO NACIONAL?


Ilustra: Bira Dantas e Marcio Baraldi


MENSAGEM DO WORNEY

“Bira, recebi a mensagem abaixo e gostaria que você passasse para todo o pessoal da lista da AQC-ESP e de suas listas de cartunistas, quadrinhistas e ilustradores. Seria interessante que o pessoal lesse e opiniasse e enviasse as mensagens para a Patricia e para mim. Assim pode ser que nós como produtores possamos interferir em alguma coisa.”
Worney Almeida de Souza

ENVIE SUA POSICAO PARA ESTES 2 EMAILs
produtoraculturalwaz@yahoo.com.br
patricia.rubin@camara.gov.br

MENSAGEM DO DEPUTADO RUI COSTA
De: Dep. Rui Costa
Assunto: PL 6060/2009 – Câmara dos Deputados
Para: produtoraculturalwaz@yahoo.com.br
14 de Julho de 2011

“Prezado, Worney,
Falo em nome do Deputado Federal Rui Costa (PT/BA), relator do Projeto de Lei 6060/2009, que tramita na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Este projeto de lei estabelece mecanismos de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais.
Pretendemos realizar uma Audiência Pública, no intuito de debater o assunto com os dois pólos interessados no referido projeto (quadrinhistas e editoras), e gostaríamos de uma posição do Presidente da Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo à respeito do Projeto e Lei 6060/2009, que segue em anexo.
Desde já agradeço e aguardo resposta.
Atenciosamente”
Patricia Rubin
Secretária Parlamentar
Gabinete Deputado Federal Rui Costa – PT/BA
Tel: 61-3215 5576 Fax: 61-3215 2576
E-mail: patricia.rubin@camara.gov.br

A LEI NA INTEGRA
http://impulsohq.com/wp-content/uploads/2011/07/PL_6060_2009.pdf

O QUE FALARAM:
(Ederson):
“Como vai Bira!! Tudo bem?
Achei muito interessante e de grande valia o projeto, acho que vai gerar muito mais oportunidades para os artistas nacionais.
Um grande abraço!!!”
http://www.edersondesigner.blogspot.com

Site Impulso HQ
(Alexandre Manoel):
http://impulsohq.com/noticias/lei-discute-reserva-de-mercado-para-quadrinhos-nacionais/
“Tramita na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados o projeto de lei nº 6060/2009 que estabelece mecanismos de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais.
Pelo projeto, as editoras serão obrigadas a destinar 20% de suas publicações aos quadrinhos brasileiros.
A mesma regra se aplica também às distribuidoras, obrigadas a terem pelo menos 20% de seu catalogo com trabalhos nacionais.
O projeto entende como quadrinho nacional toda obra realizada por artista brasileiro ou estrangeiro radicado no Brasil e que seja publicada por empresa sediada no Brasil. Mas não especifica o quanto desse material deve ser inédito ou não.
As editoras teriam um prazo de 4 anos para se adaptarem à lei. O percentual estipulado seria atingido da seguinte forma: 5% no primeiro ano de vigência desta lei; 10% por cento no segundo ano; 15% por cento no terceiro ano, atingindo-se a cota de 20% no ano subseqüente.
Em relação às tiras em veículos impressos de circulação diária, semanal ou mensal a lei prevê a proporção de uma tira nacional para cada tira estrangeira.”

Site Puro Pop
http://www.puropop.com.br/quadrinhos/2011/07/20/lei-de-reserva-de-mercado-para-hqs-nacionais-da-sinal-de-vida/
“O Projeto de Lei obrigaria editoras e distribuidoras a ter ao menos 20% de quadrinhos nacionais em seu catálogo, ou seja, toda obra de artistas brasileiros ou estrangeiros radicados no país publicada por uma editora sediada no Brasil, mas sem detalhar quanto disso deveria ser inédito ou não.
A lei, caso aprovada, daria às editoras um prazo de quatro anos para se adequarem nessas exigências. No primeiro ano a cota seria de 5%, no seguinte 10% e por aí em diante até completar os 20% no quarto ano. Enquanto no caso das tiras em periódicos impressos (jornais, revistas e etc) a cota seria de uma tira nacional para cada tira estrangeira. Além disso, a lei exigiria do poder público a promoção de eventos e a difusão do mercado de quadrinhos para o público infanto-juvenil e também a aplicação de disciplinas práticas (como roteiro, desenho, processo editorial) no currículo das escolas e universidades públicas de todo o país.
Para ajudar no projeto, o deputado Rui Costa (que nada tem sobre a PL em seu site, vamos corrigir isso aí) liberou nota anunciando a pretensão de promover uma audiência pública para debater sobre a lei com quadrinistas, distribuidores e editores; os maiores interessados. Ainda não temos nenhuma data definida.
O engraçado? O engraçado é que o mercado nacional só tem se fortalecido mais e isso sem que obriguem as editoras a entupirem bancas e livrarias com lixo porque precisavam de qualquer coisa para cumprir a cota. Ou seja, está acontecendo como se deve: porque o mercado procura autores nacionais, não porque uma lei obrigou as editoras a publicá-los.”

JBlog
(Pedro de Luna)
2006
http://www.bigorna.net/index.php?secao=noticias&id=1153520205
“O dia 19 de julho de 2006 tem tudo para entrar na História dos Quadrinhos Brasileiros. Foi nesta data que, (conforme divulgado aqui), aconteceu o encontro entre a classe e o Deputado Federal Simplício Mário (PT-PI) para discutir o Projeto de Lei 6581/06 que incentiva a produção da HQ Nacional. A reunião, realizada das 10h às 12h45 no Rio de Janeiro, reuniu formadores de opinião num local mais que adequado quando o assunto é lei: a Escola Superior Cândido Mendes. Organizado por mim, o bate-papo contou com a presença do professor e pesquisador Moacy Cirne; o encarregado de marketing da editora Pixel Media Hélio Lopes; os jornalistas Telio Navega (O Globo); Heitor Pitombo (Mosh!) e Marcelo Ribeiro (O Dia, do Piauí); o roteirista Carlos Eugenio “Patati”; os quadrinhistas Andrei Duarte (Araribóia Zine), Luimar (Banda Grossa) e Bernardo Aurélio (Piauí), entre outros.
Inicialmente, o deputado explicou a origem do projeto – concebido na Semana de Quadrinhos do Piauí – e esclareceu que o mesmo encontra-se na Comissão de Educação e Cultura, onde o relator Deputado Carlos Biffi incluirá o resultado da discussão.”

http://www.jblog.com.br/quadrinhos.php?itemid=25634
“Uma das maneiras de conquistar maior apoio governamental é através da legislação federal. Desde 2006, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6581/06 que estabelece mecanismos de incentivo para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais. Em seu artigo 2o, ele prevê que “as editoras deverão publicar um percentual mínimo de 20% de HQs de origem nacional”. Na prática, os lançamentos seriam graduais – apenas 5% no primeiro ano de vigência da lei, 10% no segundo e assim sucessivamente – levando quatro anos para atingir a cota de 20%. Uma analogia com a chamada “cota de tela” (art. 55 da Medida Provisória 2.228-1 de 06/09/2001) que, na teoria, abre mais espaço para os filmes nacionais nas salas de cinema.
O criador do projeto é o ex-deputado Simplício Mario, do PT do Piauí, e pai do quadrinista Bernardo Aurélio. Como o parlamentar não se elegeu em 2008, o projeto ficou estacionado no congresso nacional. Mas o artista não desiste fácil:
Não acompanhei mais a lei. Ficou atropelada por falta de alguém cuidando dela. A ideia que ainda considerei trabalhar foi tirar a obrigatoriedade da publicação por uma troca de incentivos fiscais caso a editora alcançasse a cota, mas não consegui apoio ou estímulo. Com o resultado dessa eleição, posso ver se vou à luta de novo…
Em resumo, ainda temos que nos unir e batalhar mais para engrossar o caldo do pirão.”

(Ale Nagado):
O que é o Mercado de Quadrinhos Nacionais?
http://www.ambrosia.com.br/2011/06/03/e-mercado-de-quadrinhos-nacionais/

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Lançamentos

NESTA SEGUNDA, LANCAMENTO DE O ATENEU EM QUADRINHOS, EM CAMPINAS


Flyer no Facebook:
http://www.facebook.com/event.php?eid=147680115309563

IMPULSO HQ
http://impulsohq.com/noticias/o-ateneu-em-quadrinhos/

(Matheus Moura)
“Adaptação em quadrinhos apresenta o romance mais popular de Raul Pompéia, que foi publicado originalmente em 1888, primeiro em folhetins e logo depois em livro. A obra traz o drama de um menino que, arrancado do lar, é enviado para um internato.
Com texto de Ronaldo Antonelli e ilustrações de Bira Dantas, a HQ que faz parte da
coleção Literatura Brasileira em quadrinhos da editora Escala Educacional, traz um belo roteiro e traços divertidos e coloridos, que aproxima o jovem leitor do estilo realista da obra original.
O primeiro bate-papo foi no dia 11 de junho, na HQMIX Livraria em Sao Paulo. Já quem não pode comparecer nesse dia terá uma segunda oportunidade no dia 25 de julho, segunda-feira, na FNAC Campinas, a partir das 19h.

O Ateneu em Quadrinhos
Autor: Raul Pompéia
Roteiro de: Ronaldo Antonelli
Ilustrações de: Bira Dantas
Editora: Escala Educacional
17 x 24 cm
Lombada quadrada
4 cores
64 páginas
R$ 23.90

FNAC Campinas
Avenida Guilherme Campos, 500 – Santa Genebra
CAMPINAS – SP

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Worney Almeida convidado do programa HQ Além dos Balões


(Enviado por Fábio Sales do programa HQ além dos Balões)

Já está no ar mais um programa HQ Além do Balões. Nosso programa foi homenageado com o Troféu Bigorna na categoria “Grande Contribuição à HQ Nacional” e foi indicado ao Troféu HQMix na categoria “Mídia sobre Quadrinhos”.http://www.blogger.com/img/blank.gif

Nesta edição entrevistamos Worney Almeida de Souza, que nos falou sobre dois lançamentos de material pesquisado por ele. São dois resgates históricos. O primeiro é o livro “Messias de Mello e o espiritismo” editado pela “Marca de Fantasia”. Trata-se da reunião de histórias em quadrinhos que são adaptações de contos psicografados por Chico Xavier, produzidas pelo artista Messias de Mello, além de 20 ilustrações e uma entrevista concedida na década de 80. O segundo livro é “Garra Cinzenta”, uma compilação com todos os capítulos produzidos deste personagem no final da década de 30, mais um apanhado histórico desta criação. Neste livro editado pela “Conrad”, Worney conta a história e os mistérios dos autores Francisco Armond e Renato Silva.

Veiculamos mais uma animação do “Tulípio”, personagem desenvolvido por Eduardo Rodrigues e Paulo Stocker. Mostramos e comentamos as adaptações no estilo mangá de duas obras de Shakespeare, “Romeu e Julieta” e ” Hamlet” da série “Mangá Shakespeare” que a Editora Record está trazendo para o Brasil. Também mostramos a edição nº 9 da revista “Café Espacial” recentemente lançada.http://www.blogger.com/img/blank.gif

Para acessar o HQ, além dos balões é só digitar e entrar no endereço www.hqalemdosbaloes.com (caso o link não funcione, é só digitar o endereço em seu navegador). Estamos também no facebook, é só procurar por “HQ além dos balões”. Confira também o quadro HQ, além dos balões no programa Mask, também no facebook.

Muito obrigado e um grande abraço,

Fábio Sales

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TATUMAN, XAXADO DE CEDRAZ E SÃO JORGE DA MATA ESCURA






Estou em Salvador, pessoal.
Amanhã volto para Campinas, mas antes gostaria de mostrar as tiras que fiz em homenagem ao Mestre do Quadrinho Nacional, Cedraz e gostaria de dizer que considero os Quadrinhos da Turma do Xaxado, um dos melhores do Brasil (não é só meu personagem Dasi Podideos, que pensa assim).
A equipe de Cedraz está de parabéns por considerar a inteligência do público dos Quadrinhos infanto-juvenis e adultos.
É uma honra publicar no Correio Popular (Campinas/SP) as tiras do Tatu-man diariamente junto com a Turma do Xaxado, que certamente vai extrapolar o circuito nordestino, Cedraz me contou de vários projetos nacionais (voltou a publicar no jornal A Tarde), internacionais (Itália), e inclusive na área da Animação.
Mas não vou adiantar nada, por enquanto, procurem no Blog.
http://turmadoxaxado.blogspot.com/
Pois encontrei Cedraz, Marcello Fontana, André Leal, Naara Nascimento, autores que autografaram muito “São Jorge da Mata Escura”.
Mais fotos aqui
http://www.fotolog.com.br/bira2009/56562018
E aqui
Naara Nascimento, Cedraz, Sidney Falcão, eu, Marcello Fontana e André Leal.

http://pigarts.blogspot.com/2011/07/fotos-do-lancamento-da-hq-sao-jorge-da.html
Sabado, dia 08 de julho de 2011, um dia com tempo frio e chuvoso. Com este clima ocorreu o lançamento da Hq “São Jorge da Mata Escura”! O título é um lançamento da RV Cultura e Arte , que sediou o evento, produtora cultural que elabora e desenvolve projetos relacionados a arte contemporânea e histórias em quadrinho, e onde pode ser adquirido a revista, e fica localizada na Rua Barro Vermelho 32, Rio Vermelho, Salvador/BA.
Além do prazer de reencontrar os amigos do peito Cedraz, Lucas Pimenta e Lillo (ambos Quadrados-bloggers), e conhecer em carne e osso, meu velho web-amigo-companheiro de Quadrinhos (Front), André Leal
http://ibahia.com/impressao/noticia/talentos-baianos-se-destacam-no-mercado-das-hqs-e-ilustracao/
Falcão, desenhista da equipe de Cedraz
http://www.xaxado.com.br
a ex-colega de fotolog Naara Nascimento
http://www.flickr.com/people/naaranascimento/
(ótima ilustradora, foi desativada pela burrice dos administradores do fotolog.com) e os Quadrados Sérgio e Adalton (também Quadrado-bloggers), além dos amigos da revista ganhadora do Angelo Agostini (votei nela no HQMix) Lucas da Feira de Sant´ana da Vila.
Foi bom demais.
http://quadro-a-quadro.blog.br
Mais detalhes da revista aqui:
http://hqsaojorgedamataescura.wordpress.com

“Flávio Colin disse certa vez, “que é fundamental que as nossas histórias em quadrinhos mostrem o Brasil aos brasileiros”.
O conselho do mestre é seguido por Marcello Fontana e André Leal, com participação de Antônio Cedraz e Naara Nascimento na HQ São Jorge da Mata Escura.
A Bahia de Jorge Amado, Caetano Veloso, Flávio Luiz e tantos outros filhos dessa mágica terra é retratada com fidelidade na trama que apresenta Jorge, Bárbara e Jarcisley, três jovens do bairro da Mata Escura na capital baiana, que cresceram juntos, mas possuem pensamentos bem distintos.
Jorge é um homem decente, honesto, de fé e coragem – como Oxóssi -, apaixonado por Bárbara, uma bela mulher, – como Iansã – audaciosa, poderosa e autoritária que sonha em subir na vida, e Jarcisley, o malandro da história, dual – como Oxumaré – se moldou aos aspectos sociais que o envolvia na periferia em que cresceu, torna-se chefe do tráfico de drogas e é quem vai mostrar a Bárbara como alcançar o que deseja, sem medir sacrifícios para atingir seus objetivos, só que para isso Jarcisley precisa tirar Jorge do seu caminho.”

DIA 23/JULHO LANÇAMENTO NA HQ MIX LIVRARIA
19h30
http://livrariahqmix.blogspot.com
Com a presença dos bainao na Livraria HQ Mix
Praça Franklin Rossevelt, 142

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PARTICIPE DO PEPPE


(Matheus Moura)
http://www.bigorna.net/?secao=noticias&id=1298289376
O quadrinhista Paulo Miguel dos Anjos lança o terceiro número do fanzine Benjamin Peppe (32 páginas, formato 14,5 x 21 cm, R$ 3,00). Nessa edição, Peppe continua suas aventuras envolto em muito alto astral e saúde por meio de colaboradores como Larçon J. Santos, Aline Leal, Anita Costa Prato e Ronaldo, Adriano Pelaez, Julio Shimamoto, Chagas Lima dentre outros.
Peppe, um amante da natureza e dos esportes, é uma personagem criada por Paulo Miguel em 1973 para o jornal da escola em que estudava na época. De lá para cá, Peppe já divulgou marca de relógio (em 1974 na Suíça), foi publicado em jornais como Gazeta da Zona Noroeste (SP), Notícias Populares (SP), Hora do Povo (SP), Jornal Tribuna de Guarulhos (SP), Jornal Barlavento (Portugal) dentre outros. Recentemente teve duas edições publicadas pela Júpiter II, de José Salles, chegando até mesmo a ser editado em países como Espanha, Itália, Cuba e América Latina.
Para saber mais sobre o personagem ou encomendar suas edições escrevam para
anjospaulo@zipmail.com.br
benjaminpeppe@gmail.com
Ou acessem o Blog
http://www.jupiter2hq.blogspot.com

AMANHA, BIRA DANTAS GRAVA PROGRAMA EM HOMENAGEM A HENFIL

“Bira, queremos convida-lo a participar na TVT do Programa Memória e Contexto, um bate-papo sobre a história de alguns movimentos sociais. Iremos gravar uma edição para falar sobre o Henfil e também um pouco do mundo do cartum.
Gravaremos no dia 28/06, às 16h, aqui na TVT.”
Willian Assaf
Produção TVT
http://www.tvt.org.br

Puxa, Henfil…
De Minas para o Rio!
Do Rio para o mundo!
http://caricasdobira.blogspot.com/2008_12_01_archive.html
Um dos mais influentes chargistas do Pasquim.
Foi um dos chargistas e quadrinhistas mais originais, criativos e combativos que este país já teve. Dono de humor extremamente irônico, foi diretor de cinema (Tanga, deu no New York Times), escritor (Diário de um Cucaracha, Cartas pra mãe, Henfil na China antes da Coca-cola) e apresentador de TV (TV Homem). Cativou a todos por seu traço rápido e expressivo, além do humor irônico e corrosivo. Suas caricaturas pareciam desenhos caligráficos, assinaturas geniais e pessoais.
Defensor do Humor engajado, colaborou com movimentos sociais e sindicais. Ilustrou cartilhas para vários sindicatos, incluindo o dos Metalurgicos do ABC. Foi fundador e fez campanha para candidatos do PT.
Ele arrancou lágrimas de milhares de pessoas em 1988, ao perder a luta contra a AIDS, doença contraída ao receber transfusão de sangue. Era hemofílico (como Betinho e João Mário, seus irmãos também mortos pelo sangue contagiado). O ministério da saúde da ditadura brasileira alegava ser muito caro examinar o sangue que era doado aos hospitais.
Grauna, Bode Orelana, Zeferino, Fradins, todos seus personagens seguem fazendo historia.
Em nossas memórias e neste mundo ai de fora…

ATENEU EM QUADRINHOS, 25 JULHO
LANCAMENTO NA FNAC CAMPINAS (SP)

Segunda
19h
Bira Dantas e Ronaldo Antonelli realizam bate-papo sobre o livro seguido de autógrafos.
Mais detalhes do lancamento na HQ Mix Livraria no Blog:

O livro O Ateneu (Escala Educacional) de Raul Pompéia, roteiro de Ronaldo Antonelli e ilustrações de Bira Dantas; apresenta o romance mais popular de Raul Pompéia, a obra traz o drama de um menino que, arrancado do lar, é enviado para um internato. Com o belo roteiro e traços divertidos e coloridos, esta adaptação para quadrinhos aproxima o jovem leitor do estilo realista da obra original.
http://ateneuhq.blogspot.com

ROBERTO GUEDES LANCA ALMANAQUE #3 DO METEORO

Belíssima capa desenhada por Sebastião Seabra, com cores vibrantes de Zé Borba.
– Na história de abertura “Doce Beijo, Amarga Decepção”. Roger Mandari e a turma do Colégio Central vão assistir a um show aparentemente imperdível em uma badalada casa de espetáculos; porém as coisas não são o que realmente aparentam, e o Mascarado Voador se envolve numa grande “gelada”. O roteiro é do bacanão aqui, enquanto que a arte fica por conta da dobradinha Claudio Vieira/Emir Ribeiro. Este último é bem conhecido dos fãs e dispensa maiores apresentações; enquanto que Vieira é um desenhista que há anos atua no ramo da animação, inclusive com serviços prestados para a Disney.
– Mas as coisas não param por aí para Roger! A segunda HQ de Meteoro, intitulada “Zax, O Meteoro Humano” é pra lá de inusitada e divertida! Mais um roteiro meu com arte“cartunesca” do inigualável Marcelo Borba! WOW!
– Mantendo a tradição de sempre trazer personagens convidados em suas páginas, o AM 3 apresenta duas HQs inéditas produzidas especialmente para a revista. Uma delas é “Jonni Star” (pela dupla John G. Pierce/Emir Ribeiro), protagonizada pela super-heroína homônima, oriunda do circuito independente americano, criada por Pierce – um dos mais respeitados estudiosos dos Quadrinhos da Era de Ouro, com artigos publicados em revistas como Alter Ego e Comic Buyer’s Guide. A outra é “O Natal de Chet” (com o clássico caubói dos tempos da Editora Vecchi), assinada pelo jornalista e roteirista Wilde Portella, com desenhos elegantes de A-Lima.
– Encerrando a parte de Quadrinhos, o cigano Zan-Garr da Valakia enfrenta a sensual e mortífera Lilith, a Rainha Vampira em “O Templo da Morte”, com arte magistral do prodígio revelação Fabio Cerqueira.
– Desta feita, o endiabrado Cesar Brito entrevista o astro Primaggio Mantovi, criador do Palhaço Sacarrolha, autor de livros sobre faroeste e de incontáveis HQs Disney, e de personagens como Topo Gigio, Recruta Zero etc.
– Steve Englehart, o mais aclamado roteirista de super-heróis dos anos 1970, faz muitas revelações surpreendentes numa entrevista exclusivíssima, a respeito de seu período à frente dos principais títulos da Marvel e DC Comics, enveredando, no processo, por Política, Aviação, Ocultismo e Sociedades Secretas.
– Por fim, para quem gosta de visitar sebos de revistas, a coluna de Gérson “Homem-Mofo” Fasano fornece muitas informações importantes sobre o formatinho Speed Racer, com histórias oriundas de um magazine argentino – pura raridade dos anos 1970!
A tiragem do Almanaque Meteoro é limitada.
Para adquirir um exemplar, basta entrar em contato pelo e-mail
guedesbook@gmail.com
O preço é o mesmo para qualquer parte do Brasil, com frete já incluso.
Almanaque Meteoro 3 – Guedes Manifesto Produções Editoriais
Editor: Roberto Guedes – Formato italiano (16 x 23 cm) – 52 páginas
Capa colorida, papel cartão supremo 250g
Miolo P/B, papel offset 90g – R$ 7,00

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Troféu Angelo Agostini

MUDANÇAS NO TROFÉU ANGELO AGOSTINI


(Bira Dantas)
1. O Worney nao quer mais carregar o piano da organização do Premio.
Apesar do ultimo ter sido o mais elogiado dos últimos tempos, tendo ate’ a Exposicao de Caricaturas em homenagem ao AA.
Worney vai continuar na direção da AQC (essa rapadra ele nao larga -rs), mas nao quer chegar aos 60 anos (esta’ perto, hein?) organizando (e bancando) a cada ano o evento.
Eu propus que a gente rachasse os custos operacionais e que a gente dividisse mais as tarefas, mas o fato e’ que o quase ‘bom velhinho” quer descansar…
Worna’s se dispõe a passar o caminho das pedras tim-tim por tim-tim pra quem se aventurar nessa parada.
Eu acho que pra segurar essa peteca tem de ser alguém de Sampa, com disponibilidade de correr atras dos pepinos.
Acho que pode ser alguém da AQC, mas se o Franco de Rosa topasse, eu assinaria embaixo.
Assim esta’ aberta a temporada de indicações para organizador do Trofeu Angelo Agostini, que podem ser feitas direto no Blog ou pelos e-mails:

Worney: produtoraculturalwaz@yahoo.com.br
Bira: biradantas@globo.com

2. O Baraldi propos que o Premio AA nao repita premiacoes, mesmo com votos chegando por correio ou e-mail.
Eu assino embaixo. A regra seria: o máximo de 3 premiacoes por categoria.
O voto e’ aberto aos leitores, a forma mais democrática em votações do gênero, mas causa distorções por conta das campanhas (naturais) na internet e da popularidade do trabalho de alguns artistas. Isso acaba inibindo o reconhecimento de dezenas de outros artistas. Outra confusão que muita gente faz e’ dizer que e’ um absurdo Mestres como fulano ou beltrano nao ganharem, ja’ que sao reconhecidamente fantásticos. Mestre so’ ganha uma vez. Nao teria sentido, com tantos Mestres ainda sem prêmio, alguns ganharem todo ano. Essa regra ja’ esta’ definida nas regras da votação. Vejam, que e’ uma questão diferente das outras categorias. Um artista de HQ, fanzineiro, jornalista, editor ou agitador cultural pode ter um ano com uma bela produção e no outro ano, nao. E’ natural que a gente lembre de alguém que lançou tanta coisa ou produziu tanto num ano, e que vote nele.
Ja’ o Mestre e’ reconhecido pelo que representou e representa para quem curte Quadrinhos.

3. O Blog da AQC esta’ se tornando referencia para muitos contatos (inclusive internacionais) e avisos do que esta’ sendo lançado no mercado de Quadrinhos, por isso algumas postagens terão versão em inglês e vamos criar uma seção para Lancamentos e Links enviados por e-mail. Por isso, enviem suas noticias com flyers e releases pra gente postar no Blog.

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AQC SIGNS MOU WITH KOMACON





(By Worney Souza)
With the presence of Worney, Bira Dantas, Eder Santos and Vasqs.

1) Was signed (by AQC-ESP chef-director) a cooperation agreement between our brazilian cartoonists association and korean Komacon to exchange information, experiences, contacts and activities. The act was photographed and the photos and the signed document will be sent to Korea. The first act was to appoint Bira Dantas as AQC representant to participate in August, on the Bicof (Bucheon International Comics Festival).

2) Cartoon and Comics Magazine “Picles # 01 edition. We have received 30 works done by 12 artists. The material has very good quality (ideas, arguments and art). Franco de Rosa will create the magazine’s cover, and a magazine sample to negotiate with publishers. Fernando dos Santos will do the layout. The works’ quality and quick response, proves that the theme was right and that also reflects the possible interest of the public.

3) About 28 Ângelo Agostini, Worney told that he will no longer organize the event, but is willing to share the entire operation to his successor on continuing the activity.

4) Another discussed point was the end of the website Bigorna. It was suggested that AQC’s blog becomes a national release page.

5) Worney was gifted by Bira with many BD (Comics) editions brought from Angouleme by Bira Dantas, this january.
Angouleme Comics Festival is one of the greatests in the world.

6) We talked about the importance on participating in International Contests and Expositions as Brazilian Parallel Cartoon Exposition in Sicaf and William MR (AQC member)’s running for votes on Sicaf Web Contest. Bira is participating on Cartoons Expositions in Croatia (Blues Festival), Italy (Fratelli and Trasimeno Blues Fest), Girona (Spain), Sardegna and Sicaf.

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Resumo da reunião da AQC dia 11/06/2011

(Por Worney A Souza)
Presentes: Bira Dantas, Eder Santos, Vaqz e Worney.

1) Foi assinado (pelo Worney como representante da AQC-ESP) um Acordo de Cooperação entre a associação e a Komacon para trocar informações, experiências, contatos e atividades. O ato foi fotografado e as fotos e o documento assinado serão enviados para a Coréia. O primeiro ato foi nomear o Bira Dantas como representante da AQC para participar, em agosto, do Festival de Quadrinhos de Bucheon.

2) Revista “Picles” 01. Até agora recebemos 30 trabalhos de 12 artistas. O material é de boa qualidade, tanto de argumentos, como de arte. O Franco de Rosa fará uma capa boneco para negociar com as editoras. O Fernando dos Santos vai fazer a diagramação. Pela qualidade dos trabalhos e pela rapidez com que reunimos todos esses trabalhos, só mostra que o tema escolhido foi acertado e que também reflete o possível interesse do público.

3) Sobre o 28º Ângelo Agostini, o Worney declarou que não vai mais organizar o evento, mas se dispõe a passar toda a operação aos interessados em continuar a atividade.

4) Outro assunto foi o fim do sítio Bizorna. Foi sugerido que o blog da AQC passe a ter uma página só para noticiar lançamentos nacionais.