O Troféu Angelo Agostini acontece desde 1985 e tem sua origem ligada ao reconhecimento do trabalho dos Mestres do Quadrinho brasileiro (tendo premiado Jayme Cortez, Messias de Mello, Rodolfo Zalla e Eugenio Colonnese) e a partir de 86, foi enriquecido com as categorias melhor lançamento, melhor roteirista e melhor desenhista de Quadrinhos. Era a tentativa de reconhecer os produtores da Nona Arte, premiando os Mestres Gedeone Malagola, Nico Rosso e Júlio Shimamoto, as revistas Chiclete com Banana (Circo Editorial) e Medo (Press Editorial), o roteirista Júlio Emílio Braz e o desenhista Watson Portela.
Autor: AQC-ESP
As ilustrações de Iberê Camargo
Balaio de pinturas e esculturas
Nássara 100 anos
Exposição NÁSSARA, em 2010, com curadoria de Jorge de Salles e José Roberto Graúna,
Cartaz da exposição sobre Futebol no Humor, em 1994, nos Correios, curadoria também do incansável Jorge de Salles.
Iniciei, numa parceria com o Jorge de Salles, o planejamento desta exposição há mais de dois anos, e o resultado do acervo a ser exibido trata-se, com certeza, de uma das mais significativas coleções de desenhos originais de Nássara, um dos nossos maiores caricaturistas e compositores em todos os tempos.
Todos sabem que o Jorge de Salles faleceu em novembro e que este evento é o último planejado por ele. Portanto, é uma oportunidade única de prestigiar o esforço de um artista apaixonado pelas artes brasileiras, especialmente pelo humor gráfico nacional.
Não deixem de ir, ou melhor: É proibido faltar! É praticamente o último evento de humor gráfico do ano. Vamos fechar 2010 com chave de ouro e homenagear Nássara e Jorge de Salles. Conto com a presença de todos vocês!
Importante pedir aos nobres colegas que ajudem a divulgar esta exposição enviando o convite em anexo para seus amigos e colegas de profissão, além de incluir notas sobre o evento em seus blogs e sites. Solicito que, caso alguma divulgação deste evento seja postada em suas páginas virtuais, nos enviem os links para que possamos copiar e incluí-las em nosso cliping. Ok?
Obrigado e grande abraço!”
Zé Roberto GraúnaA arte de Max Yantok
Max Cesarino Yantok (Soledade RS ca. 1881 – Rio de Janeiro RJ 1964). Caricaturista, chargista, pintor e violinista. Filho de João Cesarino Yantok, italiano de Sapri e descendente de ciganos do Leste europeu, não se sabe ao certo de onde é natural. Ele conta que nasce em 1881, em uma tribo indígena no interior do Rio Grande do Sul, próxima a Passo Fundo, onde seu pai se casa e permanece por um período, depois de ter imigrado para o Brasil, em 1856. Aos seis anos, em 1887, Yantok volta para Sapri com o pai. Na escola, cria o jornal Il Biricchino, onde faz sua primeira caricatura. Mais velho, estuda ao mesmo tempo violino, pintura e engenharia, mas forma-se contador e agrimensor. Por um período, não escolhe uma profissão ou um país, desenvolvendo diversas atividades. Toca violino em orquestras e muda-se com frequência. Funda em Nápoles o jornal humorístico Monsignor Perrelli e contribui em Roma e Paris com outros periódicos, como L’Asino, Pêle-Mêle e L’Assiette au Beurre. Vem ao Rio de Janeiro definitivamente em 1908 e começa trabalhando
Almanaque de Araque
Angelo M. S. Jr lançou
a edição comemorativa de 25 anos do Almanaque de Araque.
Pode ser adquirido direto no site Clube de Autores.
https://clubedeautores.com.br/livro/almanaque-de-araque-25-anos-2
Ou por email…
angelomsjunior@yahoo.com.br
Associação dos Cartunistas do Brasil
Ferdinando Buscapé ou Joe Cometa
João Antonio Buhrer:
“Al Capp para mim é o máximo em quadrinhos. Estas histórias em que mistura dois personagens numa mesma história é fantástica, foram publicadas na volta do GIBI, na década de 1970, pela RGE. Dizem que o dinheiro que possibilitou ao Roberto Marinho a montar seu império veio dos quadrinhos, assim pôde retribuir nos anos 70, republicando os clássicos. Dizem que o Gibi nesta época encalhou e deu-lhe prejuízos. O que interessa de fato aqui é a Turma do Brejo Seco e o personagem Joe Cometa, numa metalinguagem moderníssima.”
https://www.facebook.com/joaoantonio.buhrer
Documentos históricos do Arquivo do Senado mostram que, apesar da destruição que a febre amarela produzia no final do século XIX, houve políticos que minimizaram a gravidade da epidemia.”
Almanaque do Biônico em Salmoura
Direto dos “Arquivos incríveis do João Antonio”.
Almanaque do Biônico em Salmoura ano 1.
– Desta edição do almanaque eu possuo apenas algumas páginas, como não estão numeradas e não tem expediente, penso que estão faltando mais algumas delas. Devo ter recortado apenas uma página da Mad 83 de maio 1981, fiz alguma bobagem aí, pela qual me penitencio.
Zamagna, o autor desta obra, lembra-se de ter feito oito números, mas não sabe dizer se todos foram publicados. Um exemplar foi encartado na revista MAD, lembra o ex-editor Otacílio de Assunção.
A publicação Almanaque Biotônico Fontoura, publicado pelo famoso Laboratório Fontoura, é (ou foi, não sei se ainda é publicada) uma verdadeira instituição no Brasil! Já faz parte do imaginário coletivo, é provavelmente o mais famoso dos almanaques de farmácia. Muito embora eu pessoalmente curta mais o Sadol/Renascim, que na minha região era mais comum. Em maio de 1981 a revista MAD (Ed Vecchi, número 83) resolveu fazer uma paródia deste almanaque, assim encartou um folheto em papel jornal com o nome de “Almanaque Biônico em Salmoura“. Esse biônico que hoje pode não fazer sentido para os mais novos é uma alusão a um tipo de político que não era votado, e sim levado ao cargo por intermédio de outros políticos. E salmoura é só uma graça mesmo. Nem preciso dizer que este encarte hoje é raríssimo de se encontrar, verdadeira pérola de colecionador.














































































